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Ponderações

Cozinha de afeto

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Cozinha de afeto

Eu cresci observando as pessoas cozinharem, minha avó Hermínia, a Tatinha, que cuidava de mim, minha mãe, minha madrinha Terinha, minha tia Luiza, gostava de ver essas pessoas cozinhando, não comida do dia a dia, comida especial: pão, bolo de chocolate de casquinha, bolachinha de nata, torta de nozes, favito, molho, massas. Ficava encantada! Eu já cozinhei mas não cozinhava mais, só as vezes, quando precisava, por obrigação. Agora é diferente, voltei a ir pra cozinha com prazer e entusiasmo. Percebi que faço exatamente as comidas que me trazem  ...
Seus 16 anos

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Seus 16 anos

16 anos que te vi pela primeira vez! 16 anos que tudo mudou, 16 anos que tudo ficou mais bonito, que eu percebi que minha capacidade de amar era muito maior do que eu imaginava, que entendi que o amor é o grande aprendizado dessa vida. Tive que me reinventar muitas vezes nesses 16 anos para poder entender o que eu não podia, aprender o que não sabia, compartilhar quando achava que não tinha, discordar sem machucar, ceder sem me perder, apoiar sem questionar, aceitar quando foi difícil, amar quando doía. Você cresceu e eu também. Eu venho te ensinando  ...
2017

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2017

2016 foi o ano que me aventurei para dentro de mim. Esse é um processo solitário, doído e prazeroso, uma aventura que precisa ser feita sozinha, que não dura apenas um ano, mas que quando começa não tem volta – não para o mesmo lugar. Apesar desse caminhar ser individual, o universo foi generoso enviando pontualmente pessoas incríveis para cruzar o meu caminho, houve nesse último ano quem me ensinou, quem me incentivou, quem me motivou, quem me mostrou, houve até – e principalmente – quem me testou. Em 2016 rompi com crenças, hábitos, ideias, ideais,  ...
Faça a sua opção

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Faça a sua opção

Quando você me disse que seu sofrimento era maior que o de todo o mundo porque era o seu sofrimento, senti uma tristeza profunda, mas não foi por você dizer aquilo para mim e sim porque eu já estive nesse lugar, já vi as coisas por esse prisma e sei o quanto dói para a gente deixar de pensar assim. Dói porque é preciso uma transformação profunda, dessas que batem a gente feito liquidificador dos bons, dessas que viram a gente do avesso, que fazem a gente perder o chão. Dói porque é preciso olhar para dentro e perguntar o que esse sofrimento quer de  ...