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Sem ressentimento

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Sem ressentimento

Já parou para pensar que aquilo que te ressente vai com você onde quer que você vá? Você carrega todos os dias, por todo o seu caminho aquele ou aquilo que te fez mal. E veja bem, não é o seu ressentimento que não vai embora, é você que não deixa ele partir. Carregando ele como uma mala velha, pesada, um pacote mal embrulhado, uma caixa cheia e desajeitada. O seu objeto de mágoa, angustia ou rancor continua vivendo a sua própria vida, e arrisco imaginar, sem ao menos se dar conta do mal que lhe causa. Você fica ali remoendo sua mágoa, sua angustia ou  ...
A paciência nossa de cada dia

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A paciência nossa de cada dia

Paciência nunca figurou entre as minhas virtudes. Eu simplesmente não tinha paciência de  esperar nada, nem ninguém, meu tempo era sempre acelerado. Já fui um verdadeiro coelho da Alice correndo e gritando: É tarde, é tarde, tenho pressa, tenho pressa!! Até hoje nem eu mesma sei do que ou porque! Entre as muitas benesses do tempo para mim foi ver a paciência timidamente dando as caras, começando a fazer parte da jornada. Ela não chegou tão cedo e nem tão fácil, como hoje eu gostaria que tivesse sido, mas o importante é que hoje ela faz um pouco mais  ...
Eu escolho o marketing do bem

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Eu escolho o marketing do bem

Em meio ao cenário caótico do final do ano passado – Mariana, Paris e a guerra entre as pessoas por definição de grau e prioridade de tragédia -, li o texto de uma garota em alguma página da internet (vou tentar encontra-lo e colocar aqui no final do texto)* que para mim foi uma grande sacada, ela pontuava que para cada ato do mal, havia alguém do bem agindo, mas que, infelizmente, o marketing do mal é muito melhor do que do bem. Poxa, eu trabalho com comunicação há tantos anos e nunca tinha olhado dessa forma, mas é isso, o marketing do mal é  ...
Quando queremos descobrir o mundo

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Quando queremos descobrir o mundo

Durante 28 anos da minha vida eu esperei ansiosamente pelo dia 23 de maio de cada ano. Esse é o dia do meu aniversário e eu amo fazer aniversário, não tinha para a Páscoa, não tinha para o Dia das Crianças, não tinha para o Natal e nem para o Ano Novo…ok, talvez o Carnaval durante os anos 80 tenha sido um forte concorrente, mas o dia 23 de maio era praticamente mágico, santo. Feliz por ter nascido, feliz por estar viva. Eis que em 12 de janeiro de 2001 tudo mudou, neste dia meu conceito de dia preferido e de mais esperado do ano mudou e foi no minuto  ...